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SUMÁRIO

Capitulo 1. O estado atual da teoria

Capitulo 2. O discurso das antologias

Capitulo 3. Memórias dos Projetos

Capitulo 4. Bernard Tschumi. Filosofia, arquitetura, psicanálise

Capitulo 5. Peter Eisenmann. Geometria e experimentação

Capitulo 6. Steven Holl. A experiência sensorial

Capitulo 7. Daniel Libeskind. Tradição e cultura

Capitulo 8. A condição contemporânea dos discursos arquitetônicos

Co-edição

1ª Edição - Ano: 2013

160 páginas

Formato: 16,8 x 24,5cm

ISBN 978-85-99897-13-3

AUTORES: CARLOS G. GIMÉNEZ; MARTA MIRÁS; JULIO VALENTINO

 

Desde os primórdios de nossa disciplina, a teoria e a prática dos arquitetos sempre esteve em constante tensão, como se o pensar e fazer arquitetura correspondesse a dois âmbitos divididos e opostos.

  Com respeito à teoria da arquitetura, seu valor também mudou ao longo das diferentes épocas.

 Por exemplo, em 1924 o historiador e crítico austríaco Emil Kaufmann negou totalmente a influência da teoria da arquitetura sobre a própria arquitetura. Mas, por outro lado, quem poderia negar a incontestável influência que teve o tratado de Andrea Palladio sobre a arquitetura, posterior à sua época? Ou a influência das teorias urbanas de Le Corbusier com respeito à concepção da cidade moderna?

 Provavelmente a ideia de separar a prática para refletir sobre assuntos gerais, carregou, quase sempre, o termo ‘teoria’ de conotações negativas.

 Em alguns casos a teoria aparece desvalorizada devido à sua característica de discurso abstrato, incompreensível, inútil, classificando-a também como simples divagações daqueles que não se dedicam à prática da matéria. Teorizam os desocupados, rivalizando-se com aqueles que “fazem”.

 Ainda assim, não se pode negar atualmente que muitos arquitetos reconhecidos pelo valor de seus projetos, estão interessados particularmente, em estabelecer fortes vínculos entre a prática e a reflexão teórica para produzir uma arquitetura que é cúmplice das ideias culturais de contemporaneidade.

Toda a atividade acadêmica relacionada com esta disciplina, proporcionará atualmente a formação de profissionais ‘completos’, à maneira daqueles solicitados por Vitruvio na antiguidade.

 Convencidos desta ideia, nosso objetivo básico ao organizar a cátedra referente à Teoria da Arquitetura em 2003, foi o de sugerir e propiciar uma reflexão aberta com respeito à estas questões.

 Criar um espaço à margem da contingência do fazer, onde se pode pensar sobre o próprio conceito da arquitetura e nos seus processos de planejamento para sua concretização. A linha de argumento se refere ao caráter fragmentário da teoria da arquitetura atual, e faz menção principalmente, à contaminação dos conhecimentos de outras disciplinas que a mesma apresenta. A questão tem sido o tema central dos cursos acadêmicos desenvolvidos nos últimos anos. Avanços parciais de nossa pesquisa foram apresentados e publicados em diversos congressos e jornadas, realizadas em diferentes âmbitos.  Deste modo, este livro se origina do trabalho conjunto dos autores, no marco desta cátedra. Algumas perguntas têm hoje respostas provisórias e constituem o material deste livro. Tentamos aqui, de maneira sintética, perceber nossas ideias, as quais uma vez formuladas, foram se consolidando e se enriquecendo com as discussões surgidas no exercício do magistério.

SUMÁRIO

A iluminação eficiente de cidades: um enfoque globalizador; História da iluminação pública artificial: sua evolução através do tempo; A iluminação natural do recinto urbano; A iluminação artificial do recinto urbano; Iluminação pública e arborização urbana; A iluminação do espaço urbano.

ORGANIZADORA: LUCIA MASCARO

 

A iluminação de espaço urbano é uma área negligenciada. A ideia mais atual é a de promover critérios de iluminação estéticos e funcionais que se adequem à diversidade de estruturas encontradas na cidade. Esteticamente, a iluminação noturna é incoerente e incompleta e é bom se perguntar como se chegou a essa situação. O resultado da prática das últimas décadas é uma iluminação uniforme (para os usuários dos veículos) e pouco refinada, com problemas de poluição luminosa e sombras indesejáveis projetadas sobre as calçadas (péssimo para pedestres e a edificação circundante). É ai onde o conflito aparece e não tem solução, a menos que se crie uma nova linguagem de iluminação que seja flexível o suficiente para amalgamar a condição horizontal inerente da iluminação do trânsito veicular com as considerações relativas aos planos verticais ditadas pela natureza do espaço urbano, que produzem sensações espaciais diferentes tanto durante o dia como à noite e que fazem que a cidade seja reconhecível. A iluminação urbana noturna, assim, deve estar carregada com informações. Isto significa que os requerimentos dos planos verticais do recinto urbano devem formar parte das bases do planejamento da iluminação tendo como objetivo um projeto que leve em consideração a escala e esteja adaptado à percepção humana da luz per se e a luz no espaço

1ª Edição - Ano: 2006

196 páginas - il.

Formato: 17x25cm

ISBN 85-99897-01-2

AUTORES:  LÚCIA MASCARÓ; JUAN JOSÉ MASCARÓ

 

O livro analisa a influência da morfologia do recinto urbano na sua ambiência: largura da rua, altura, tipo e cor da fachada dos edifícios que definem seu perfil, presença de arborização e formas de uso de seus espaços. Agrega-se ao conteúdo das edições anteriores um capítulo sobre as mudanças desfavoráveis sofridas pelo recinto urbano nas últimas décadas – como maior intensidade de veículos, o adensamento e verticalização das edificações, a dominância das superfícies cobertas por asfalto de ruas e avenidas, a diminuição de áreas verdes – alteraram as existentes e criaram condições críticas de uso do solo urbano. Repensar a ambiência urbana é refletir sobre a qualidade de vida na cidade perante as atuais condições de crise global e local de maneira diferente à dos anos de 1990. A mudança da biosfera com o aquecimento global e suas consequências catastróficas faz com que nos rendamos à evidência e reconheçamos o componente natural como base para a construção do território, necessário para o encontro entre o projeto natural e o artificial.

SUMÁRIO: 1. Clima; 2. Clima urbano; 3. Recintos urbanos; 4. Vegetação; 5. Ruas; 6. Praças;  7. A ambiência urbana hoje; 8. Conclusão

3ª Edição

Ano: 2009

199 páginas

Formato: 16x23cm

ISBN 978-85-99897-05-8

ORGANIZADOR: JORGE SARQUIS

A trilogia técnica, tecnologia e tectônica são inimagináveis por fora da arquitetura, se bem que a primeira compete por seu caráter genérico e onipresente desde o nascimento do homem, razão pela qual a filosofia a tomou entre suas mãos, a tecnologia ou lógica da técnica já é propriedade dos saberes particulares e ainda mais os especializados, com suas rotinas e automatismos próprios da era moderna o que para muitos oclui o acesso a criatividade restando possibilidades a arquitetura, finalmente a tectônica é o mais próprio e específico da arquitetura, desde suas raízes linguistas até seu peso marcando a arquitetura pela sua materialidade e a maneira em que esta nos provoca sensações que a percepção decodifica conforme os imaginários dominantes de materiais nobres e não tão nobres, quentes e frios, etc. etc.

São muitas as abordagens ou cortes que se podem fazer ao problema da técnica e a partir daí sua complexidade e riqueza enquanto ao termo ou conceito em todos os tempos da história. Poderíamos dizer que o homem técnico é tão básico como o homo faber ou homo ludens, ou outros que os pensadores interpretaram para todos os homens, em todos os tempos. Isto nos comprometeu a estudar o tema com maior esmero e esperamos que este livro brinde as respostas esperadas, mas sobre tudo que desperte perguntas inesperadas para continuar a conversação aqui iniciada.

 

 

1ª Edição - Ano: 2012

171 páginas

Formato: 16,8 x 24,5cm

ISBN 978-85-99897-11-9

SUMÁRIO: Arquitetura e Técnica; Arquitetura e técnica se desenvolvem no espaço; Projetar é construir; Arquitetura, tecnologia, técnica, matéria e afins; Transferências; Artesanato digital e natureza construída; O problema da técnica e da obra de Richter-Dahl Rocha; O primeiro dentre os carpinteiros; Cápsulas espaciais e chaveiros; Aproximações à técnica contemporânea em sua relação com a arquitetura; Técnica e formação; A entrevista profissional como técnica projetual; Inovação tecnológica e arquitetônica.

Co-edição

AUTOR: RODOLFO LIVINGSTON

 

Obra editada no marco do programa “SUR” de Apoio às Traduções do Ministério de Relações Exteriores e Culto da República Argentina.

 

"Para Livingston, o comportamento humano, essência da arquitetura, não está composto por medidas, mas pelas cerimonias que ocupam um espaço físico e um espaço psicológico, e dessas cerimonias está feita a vida. Afirma: usemos a clareza como sinônimo de simplicidade; a arquitetura é  a sabia ubicação dos limites; ajudemos a que a gente encontre com goze seu espaço próprio, espaço de possibilidades reais, sem falsas metas, oiropéis ou monumentalismos".

 

Co-edição

SUMÁRIO: Cirurgia de casas; As costureiras, minhas colegas; A questão da cozinha; A casa é grande...mas o coração é pequeno; Faltam tetos sobram paredes; Os grandes “desinventos” deste mundo; As modas passam... as casas ficam; A casa de Tato; O Colégio de Juan; O cliente vivo; As reformas: tijolos, suor e lágrimas; Quem teme ao mestre de obras?; Os portenhos e a cor; A arquitetura como serviço; Arquitetura casca contra arquitetura objeto; Sapateiro a teus sapatos; Arquitetura e transgressão; A Baracoa eu vou, ainda que não haja estrada!

1ª Edição. Ano: 2014

143 páginas

Formato: 17x25cm

ISBN 978-8599897-15-7

SUMÁRIO (Resumido):

 

1ª. Parte: PARTIDO e MATERIALIDADE: 1 – Partido e materialidade; 2 –  Comportamento estrutural; 3 – Os materiais tradicionais; 4 – Tecnologias dos materiais; 5 –   Concepção estrutural; 6 – A escolha do material; 7 – O Artefato arquitetônico

2ª Parte: O PROJETO E A OBRA: 8 – A função da vedação; 9 – A ação da água; 10 – Ações do calor; 11 –  Ação do som; 12 – Movimentos relativos; 13 – A obra

AUTOR: JORGE RAUL GARCIA

 O tema deste livro é a materialidade arquitetônica. Para o autor, “O problema maior que o aluno enfrenta é, e tem sido sempre, como unir o que se lhe dá por separado, como integrar os conhecimentos setoriais em uma proposta arquitetônica e construtiva reciprocamente coerente. Ao definir ao “projetual” como veículo pedagógico do curso, o ateliê  estimou que o compromisso genuíno do aluno com o seu projeto é a via mais segura para acessar ao verdadeiro conhecimento construtivo, aquele que fica indelevelmente gravado em sua formação”.

Entretanto, o tema é controverso. Tradicionalmente o projeto de arquitetura tem como objetivo representar a construção concreta do edifício, ou seja, a organização de espaços com que se da resposta a um programa. Assim, a construção espacial de um edifício deve incorporar como condição de possibilidade sua construção material. Por tanto, as dimensões construtivas da arquitetura não podem ser independentes porque suas lógicas estão em interação constante. Mas a prioridade do discurso sobre o projeto determinou que a arquitetura acabasse sendo exemplificação de uma teoria que provocou uma mudança do perfil do arquiteto como construtor de projetos. Este fenômeno teve (e segue tendo) uma incidência decisiva na profissão e na aprendizagem, fazendo que a arquitetura não seja mais entendida como a representação da construção. O que significa um retrocesso com relação ao critério de que a construção -material e formal – avalizou a qualidade da arquitetura durante toda a história. Um fato que propiciou o abandono da dimensão construtiva da arquitetura.

 A relevância que adquire a construção material na arquitetura é provavelmente a causa de que em ocasiões se questione a relação visual entre os elementos constitutivos da obra, ou seja, sobre sua construção formal, objetivo essencial de projeto. Essa opinião favorece a consciência de que a construção, na arquitetura, fique reduzida à técnica que garante a consistência material dos edifícios.

 Lembremo-nos da estereometria pura dos volumes e na bidimensionalidade nítida dos planos, nas quinas transparentes de Gropius y nas fachadas livres e os “brises” de Le Corbusier para ilustrar e ajudar a compreender a apropriação de uma tecnologia por parte dos mestres do Movimento Moderno. Que assume o duplo significado, por exemplo, do termo estrutural: o arquitetônico construtivo como elemento portante do edifício e do  estrutura no sentido mais amplo.

 Ressaltamos a importância do tema fazendo nossa a seguinte opinião:

“... há que recuperar para o projeto tanto o sentido comum como o sentido da forma, com a convicção de que não há projeto sem matéria e, sobretudo, com assunção da evidencia de que projetar é construir...”

 

Co-edição

1ª Edição - Ano: 2013

216 páginas

Formato: 16,8 x 24,5cm

ISBN  978-85-99897-14-0

AUTOR: FERNANDO DOMÍNGUEZ

Croquis e Perspectivas foi elaborado para mostrar, de forma simples e prática, a melhor maneira de representar sobre o papel diferentes situações espaciais, tanto interiores como exteriores. A ideia é oferecer rápida capacitação para projetistas, com conteúdos organizados com base na execução de exercícios que se detalham passo a passo para que, segundo as indicações, seja possível realizar as tarefas solicitadas.

Co-edição

SUMÁRIO: Composição básica do desenho; Noções de perspectiva; Aplicações práticas no espaço; Aplicações práticas nos croquis de dois pontos de fuga; Interpretação e expressão do croqui; Desenho de croquis com elementos de circulação: escadas; Representação de espaços não ortogonais; A dimensão da Luz: a sombra no espaço; Tinta: um método diferente de expressão;  Introdução à cor, qualidades e fundamentos da técnica; Texturas e efeitos; Análises e compreensão de formas naturais; Método perceptivo para a construção do croquis; Desenvolvimento do croquis urbano: o observador e a imagem real; Linhas diretrizes: a essência do croquis; A geometria na realidade; Grafismo. As técnicas de representação

1ª Edição - Ano: 2011

147 páginas

Formato: 17x25cm

ISBN 978-85-99897-09-6

ORGANIZADOR: EDUARDO GRAIA DA CUNHA

 

O livro objetiva introduzir os aspectos bioclimáticos do projeto arquitetônico dentro do processo de concepção da edificação por meio de uma linguagem simples e direta que atinja tanto ao aluno como ao professor, numa abordagem lúdica segundo seus autores. Descreve estratégias bioclimáticas de conforto térmico, incluindo a ventilação natural e de sombreamento da vegetação. É o resultado de uma pesquisa que recupera a tradição de estudar e divulgar o uso dos dados climáticos e da cultura local, retomando o projeto integrado que leva em consideração a forma, a matéria e a energia com a ajuda de instrumentos – síntese como são os elementos de arquitetura de climatização natural.

SUMÁRIO: 1. Introdução à arquitetura bioclimática; 2. Processo projetual; 3. Elementos de arquitetura de climatização natural

2ª Edição. Ano: 2006

188 páginas - ilustradas

Formato: 17x25cm

ISBN 85-99897-03-9

ORGANIZADORES: BEATRIZ CUENYA;  CARLOS VAINER ; PEDRO NOVAIS

 

Obra editada en el marco del programa “SUR” de Apoyo a las Traducciones del Ministério de Relaciones Exteriores y Culto de la República Argentina,  www.programa-sur.mrecic.gov.ar.

Obra editada no marco do programa “SUR” de Apoio às Traduções do Ministério de Relações Exteriores e Culto da República Argentina.

Tentou-se evitar que...(os alunos) venham a declinar sua criatividade a favor de escolásticas normas de construir, mas ao mesmo tempo, evitar o perigo inverso de que caiam em uma arquitetura “de grafite... procurando incorporar um Sentido Construtivo básico a seus hábitos projetuais; não podemos ensinar criatividade, mas estamos convencidos que podemos facilitá-la, tornando acessíveis algumas chaves construtivas subjacentes na forma.”

SUMÁRIO: Grandes Projetos urbanos, mudanças na centralidade urbana e conflitos de interesses; Observações relativas à experiência argentina; Mobilização de mais-valias num grande projeto urbano; A experiência do Puerto Norte, Rosário; Do Parque Espanha ao Puerto Madero – Projetos urbanos e gestão entre Argentina e Espanha; O projeto Abasto – Seus antecedentes e materialização; Grandes projetos urbanos. O que se pode aprender com a experiência brasileira; Grandes projetos urbanos. Panorama da experiência brasileira; Jogos Pan-Americanos Rio 2007 – Um balanço multidimensional; Trabalho, economia e transparência nos grandes projetos urbanos; As lições do Rio de Janeiro; Novas fronteiras imobiliárias. O caso da operação urbana da avenida Faria Lima.

Co-edição

1ª Edição - Ano: 2013

272 páginas

Formato: 17 x 23cm

ISBN 978-85-998-9712-6

AUTOR: ROBERTO DOBERTI

Co-edição

1ª Edição. Ano: 2014

156 páginas

Formato: 17x23cm

ISBN 978-8599897-16-4

Obra editada en el marco del programa “SUR” de Apoyo a las Traducciones del Ministério de Relaciones Exteriores y Culto de la República Argentina,  www.programa-sur.mrecic.gov.ar.

Obra editada no marco do programa “SUR” de Apoio às Traduções do Ministério de Relações Exteriores e Culto da República Argentina,  www.programa-sur.mrecic.gov.ar..

"Então propomos habitar o livro, degustá-lo, cada um deve gerar o seu próprio habitar, sua própria definição de habitar; ou melhor ainda, mantar a dúvida sobre um mundo real onde transcorre a vida com seus aspectos determinados e indeterminados e por isso mesmo, de irrealizável representação mediante diagramas – que tanto nós arquitetos desenhamos em busca do impossível - convocando assim a imaginar o modo de capturar este habitar e apresentá-lo – nem representá-lo nem espelhá-lo – para sua melhor compreensão".

ORGANIZADOR: JUAN LUIS MARCARÓ

 

Os conceitos de cunho ambiental são um ponto de partida para um trabalho paisagístico baseado nas características geomorfológicas do sítio, em contraste com o desenho puramente estético. Nesse tipo de abordagem do paisagismo é infraestrutura que se torna importante. Tentando preencher uma lacuna frequente na literatura nesta área do conhecimento se dá ênfase, neste livro, aos aspectos técnicos do paisagismo, particularmente os ligados às ramas da engenharia e que intitulamos infraestrutura de paisagem. Trata-se assim, de um livro com conteúdo conceitual e, simultaneamente, aspectos eminentemente práticos relativos a seu tema central.

SUMÁRIO:  1. Generalidades; 2. O sítio e a tipografia; 3. Muros de contenção, rampas e escadas; 4. Sistema viário; 5. Pavimentos; 6. Água y paisagem; 7. Mobiliário urbano; 8. Iluminação de praças e parques.

1ª Edição - Ano: 2008

194 páginas - ilustradas

Formato: 17x24cm

ISBN 978-85-99897-04-1

AUTORES: JUAN LUIS MASCARÓ; MÁRIO YOSHINAGA

 

O livro analisa os problemas de projeto e execução das redes de infraestrutura urbana assim como os de composição com o entorno imediato que as recebe; também descreve suas particularidades a serem levadas em consideração e soluções alternativas às vezes de pouca eficiência, mas as únicas possíveis em situação de carência econômica ou diante de aspectos culturais que as determinam. Esta edição tem uma visão da infraestrutura urbana ligada aos impactos ambientais e paisagísticos que essas redes produzem na cidade.

SUMÁRIO: 1. Conceitos gerais; 2. História da infraestrutra urbana; 3. Rede viária; 4. Rede de drenagem pluvial; 5. Rede de abastecimento de água; 6. Rede de esgoto sanitário; 7. Rede de energia elétrica; 8. Rede de gás combustível; 9. Infraestrutura urbana de grande porte; 10. Morfologia e infraestutura urbana.

1ª Edição - Ano: 2005

207 páginas ilustradas

Formato: 17x25cm

ISBN 85-902663-3-8

AUTOR: JUAN LUIS MASCARÓ

 

Contendo as noções básicas acerca de loteamentos, o livro se propõe a estruturar as novas organizações urbanas de um modo distinto dos propostos pelo poucos manuais existentes. De forma diferenciada trabalha a concepção do espaço urbano mediante particularidades na riqueza da variação e heterogeneidade dos elementos. Mostra que economia ou racionalidade não significa fazer tábua rasa no terreno nem aplicar indiscriminadamente a retícula ortogonal com seus lotes regulares. O leitor perceberá nos tópicos tratados que todos esses aspectos estão submetidos ao signo da cultura e do clima de cada lugar. Um livro recomendado para todos aqueles que estão envolvidos num projeto de loteamento.

SUMÁRIO: 1. O sítio e as urbanizações; 2. Tecidos urbanos e custos; 3. Vias preferencialmente para veículos; 4. Vias para pedestres, ciclovias e de uso misto; 5. Declividades das vias e do sítio; 6. Pavimentos urbanos; 7. Coleta de águas pluviais; 8. Engenharia da paisagem.

2ª Edição - Ano: 2005

210 páginas

Formato: 17x25cm

ISBN 85-902663-2-X

ORGANIZADOR: JUAN LUIS MASCARÓ

 

Analisa-se a estrutura conceitual geométrica do edifício, estudando os custos de seus componentes, assim como a variação do custo em função de sua forma e atividades realizadas. A planta baixa do edifício gera custos que variam com seu cumprimento e largura, indicando que existe uma lei para suas relações. A altura é outro aspecto analisado já que sua variação determina diferentes custos de edificação. Componentes, circulações e tipologias de edifícios seguem o mesmo critério de análise. A diferença das edições anteriores incorpora diversas obras arquitetônicas modernas como exemplos de aplicação de diferentes conceitos de economia da edificação.

SUMÁRIO: 1. Aspectos históricos; 2. Conceitos gerais; 3. Influência da forma da planta e da área no custo total do edifício; 4. Influência da variação da altura do edifício nos seus custos; 5. Componentes dos edifícios e seus custos; 6. Circulação; 7. Tipologias habitacionais: custos e habitabilidade; 8. Avaliações econômicas simplificadas; 9. Aspectos históricos; 10. Conceitos gerais; 11. Influência da forma da planta e da área no custo total do edifício; 12. Influência da variação da altura do edifício nos seus custos; 13. Componentes dos edifícios e seus custos; 14. Circulação; 15. Tipologias habitacionais: custos e habitabilidade; 16. Avaliações econômicas simplificadas.

5ª Edição - Ano: 2010

192 páginas - ilustradas

Formato: 17x25cm

ISBN 978-85-99897-06-5

1ª Edição - Ano: 2012

215 páginas - ilustradas

Formato: 17x25cm

ISBN 978-85-99897-10-2

AUTORA: GLORIA DIAZ

 

A partir do conceito a obra arquitetônica deve ser criada como um todo formal, funcional e técnico, a autora afirma que o conhecimento, a intuição, o raciocínio e a criatividade são ingredientes básicos do processo do projeto estrutural. Desenvolve o tema com clareza e enfoque de arquiteto, sem perder a precisão nos conceitos apresentados. Desenvolve o livro em três grandes partes:

1) As causas, condições e características do projeto estrutural: ações sobre a construção, cargas forçam, vínculos, resistência dos materiais e características geométricas. 2) A segunda descreve e analisa o comportamento de elementos lineares simples sob os diferentes esforços e na terceira apresenta um  panorama completo das possibilidades formais e espaciais em sua função dos diferentes tipos estruturais, incluindo o solo e as fundações.

SUMÁRIO: 1. A estrutura na Arquitetura; 2. Ações sobre s construções; 3. Estática gráfica; 4. Vínculos; 5. Resistência dos materiais; 6. Geometria; 7. Elementos lineares simples; 8. Elementos lineares; 9. Elementos planos reticulados; 10. Estruturas de tração pura; 11. Estruturas de compressão dominante; 12. Estruturas laminares cascas; 13. Estruturas de flexão dominante; 14. Estruturas reticuladas; 15. Sistemas estruturais para fundações.

 

Co-edição

ORGANIZADOR: JUAN JOSÉ MASCARÓ

 

A ideia de sustentabilidade como um sistema de princípios contextualmente revitalizados, imaginar alternativas de produção, desenho e consumo mais sustentáveis que as práticas habituais. Conceber a sustentabilidade como uma questão de mesura antes de como paradigma.

O que deve mudar é a forma de "fazer" as cidades porque estão obsoletos os critérios com as que foram construídas, critérios urbanos da era industrial dos séculos XIX e XX. Estamos no século XXI e a morfologia da maioria das cidades não se adequa às necessidades atuais.

1ª Edição - Ano: 2010

166 páginas

Formato: 17x25cm

ISBN 978-85-99897-08-0

AUTORES: LÚCIA MASCARÓ; JUAN LUIS MASCARÓ

 

A vegetação é fundamental para a amenização do clima urbano tropical, demora anos no seu desenvolvimento e sua preservação não pode estar sujeita a outro interesse que não seja a melhoria do ambiente e da paisagem resultante da sua existência, memória viva da evolução do meio ambiente construído. A iluminação pública é imprescindível para a vida urbana, mas deve ser projetada em harmonia com a vegetação existente como uma contribuição à não desertificação das cidades e uma resposta ao conjunto de necessidades que o habitat impõe para sua sobrevivência. Isto significa que a integração de conhecimentos, própria da interdisciplinaridade dos estudos ambientais, se faz necessário como a primeira resposta aos problemas esboçados.

SUMÁRIO: 1. Nova visão sobre a vegetação urbana; 2. Importância e funções da vegetação; 3. Outras funções da arborização; 4. Critérios para a escolha da vegetação; 5. Critérios de localização; 6. Características morfológicas da vegetação; 7. Plantio e manutenção da vegetação.

4ª Edição - Ano: 2015

212 páginas

Formato: 17x23cm

ISBN 978-85-99897-07-2